Segundo a ESA, a Airbus vai desenvolver o veículo que colocará o rover Rosalind Franklin no Planeta Vermelho. Se tudo correr como planeado, a missão vai partir para o Espaço em 2028 e espera-se que chegue à superfície de Marte dois anos depois.
A Agência Espacial Europeia promove conferência na Alemanha com cientistas, engenheiros, operadores, juristas e decisores políticos para discutir o tema dos Detritos Espaciais.
A missão Gaia tornou-se um dos projetos mais ambiciosos de sempre no estudo da Via Láctea, fazendo mais de três biliões de medições, para obter detalhes sobre a estrutura, composição e evolução da galáxia. Portugal esteve no projeto desde o início.
A temperatura fria e o campo magnético peculiar de Neptuno sempre desafiaram os cientistas, mas graças à sensibilidade em infravermelho do telescópio James Webb, há novas descobertas a “iluminar” o gigante gelado.
O supertelescópio James Webb continua a transformar a compreensão do universo, mostrando que, mesmo no caos aparente, o cosmos pode criar obras-primas visuais de uma beleza incomparável. É o caso deste "tornado".
Os nomes mais relevantes da indústria já se juntaram à iniciativa que visa passar a associar a cada videojogo informação sobre 24 critérios de acessibilidade, comunicada através de outras tantas etiquetas.
A UE está num momento decisivo da sua estratégia para o Espaço, enfrentando desafios de autonomia, competitividade e inovação. Com potencial geoestratégico e regulamentar, Portugal está em boa posição para ajudar a fortalecer o papel da Europa.
As imagens diretas de exoplanetas são raras, mas nada que o telescópio James Webb não seja capaz de fazer, ajudando a desvendar os mistérios e a entender melhor como estes mundos se formam e evoluem.
Contando com uma participação significativa de cientistas portugueses, a missão da ESA revelou novos mosaicos de imagens, destacando a escala monumental do seu projeto: construir o maior e mais detalhado mapa tridimensional do Cosmos.
Obtidas a cerca de 5.000 quilómetros de Marte e apenas 1.000 quilómetros de Deimos, as imagens marcaram uma etapa crucial da HERA e proporcionaram uma oportunidade única de calibrar os instrumentos científicos da missão de defesa planetária.
A missão da Agência Espacial Europeia (ESA) está a acelerar ao encontro do sistema de asteroides Didymos, onde vai chegar em dezembro de 2026. Até lá há um site onde pode "conversar" com a sonda. Com a ajuda da IA, claro.
Por agora é a sonda HERA que acelera rumo ao asteroide Dimorphos com a ajuda gravitacional de Marte, mas há outra aventura espacial parecida em preparação. E também conta com tecnologia portuguesa.
E se um astronauta fosse um ovo? Inspirados nessa ideia, jovens de Castelo Branco criaram um “fato de segurança” com balões para o AstroOvo Osvaldo, garantindo sua aterragem intacta de uma altura de sete metros.
E agora foi. Depois dos adiamentos, o foguetão Ariane 6 “arrancou” esta quinta-feira para a sua primeira viagem comercial, num momento que marca o regresso da Europa a uma importante “corrida espacial” liderada atualmente pela SpaceX.
Com a ajuda do telescópio James Webb, cientistas estão a avançar na compreensão da meteorologia exoplanetária e descobriram que as variações de brilho observadas no objeto SIMP 0136, uma massa planetária flutuante, são mais complexas do que se pensava.
Através de uma nova análise, cientistas chegaram à conclusão de que o tom vermelho de Marte é causado por ferridrite, um mineral só se poderá ter formado quando ainda existia água na superfície do planeta.
A NASA chegou à conclusão que o asteroide 2024 YR4 não representará uma "ameaça significativa" para a Terra em 2032 e nos anos seguintes, depois de os últimos cálculos terem reduzido para 0,004% a probabilidade de impacto.
A ESA e a NASA continuam a monitorizar o caso do asteroide 2024 YR4, após novas observações, atualizaram as suas estimativas sobre a probabilidade de impacto com a Terra. À medida que a probabilidade reduz, a ESA afirma que "se esta tendência continuar, o risco pode chegar em breve aos 0%”.
A NASA atualizou os seus cálculos quanto à probabilidade de impacto do asteroide 2024 YR4 com a Terra. Segundo a agência espacial, novas observações, feitas após uma semana de visibilidade limitada devido à lua cheia, permitiram recolher mais dados.
Um estudo publicado na revista Nature mostra que o degelo dos glaciares em todo o mundo está a esgotar os recursos regionais de água doce e a fazer com que o nível global do mar suba a taxas cada vez mais rápidas.
A probabilidade continua baixa, mas se 2024 YR4 atingir a Terra, estima-se que possa devastar uma área de cerca de 2.150 quilómetros quadrados - equivalente mais de 20 vezes o tamanho da cidade de Lisboa.
O Hubble revela mais segredos da Nebulosa da Tarântula, numa nova imagem repleta de estrelas massivas, poeira cósmica essencial e estruturas surpreendentes.
Como proteger astronautas dos desafios do espaço? Em Terra estão a ser feitas experiências científicas que parecem estranhas, mas podem salvar vidas. Uma delas é não sair da cama dois meses seguidos.
Pequenos jatos solares, vistos em regiões escuras do Sol, são responsáveis por lançar partículas que formam o vento solar, tanto rápido como lento. A descoberta ajuda a desvendar segredos sobre o funcionamento do astro-rei.