Apontando a 1.000 exoplanetas, a missão Ariel vai usar instrumentos precisos para detetar variações de luz mínimas, no seu objetivo de desvendar a composição química das atmosferas destes mundos extraterrestres distantes. E há engenharia e ciência portuguesa envolvidas.
A China pretende alcançar um asteroide a longa distância e comandar uma sonda para testar o impacto e defletir a sua trajetória, num exercício de teste de defesa do planeta.
Tal como planeado, a nave Dragon, da SpaceX, seguiu viagem esta madrugada e chega à ISS em breve. A bordo seguem várias experiências cientificas, uma delas liderada por um português.
A experiência científica chama-se GLOSS e vai ser lançada em direção à Estação Espacial Internacional, à boleia de um foguetão Falcon 9, da Space X, na madrugada desta terça-feira.
A Agência Espacial Europeia já conseguiu comunicar com os dois CubeSat a bordo da missão espacial Hera que ruma ao espaço profundo para encontrar o asteroide Dimorphos.
A 200 mil anos-luz há uma verdadeira “festa cósmica” que pode ajudar a revelar os segredos do universo primitivo. Trata-se de uma população de anãs castanhas jovens, também conhecidas como “estrelas falhadas”, a primeira do género encontrada fora da Via Láctea.
Batizado de Moonlight, o programa assenta numa constelação de cinco satélites – quatro para navegação e um para comunicações –, ligados à Terra através de três estações terrestres dedicadas, criando uma rede de dados abrangendo até 400.000 km.
A Terra já tinha surgido em perspetiva no lançamento, mas agora é protagonista, a par da Lua, na primeira “sessão fotográfica” da autoria dos instrumentos a bordo da missão de defesa planetária da Agência Espacial Europeia.
Dois equipamentos serão lançados em simultâneo a partir do Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia. Após a separação, um dos satélites bloqueará a visão do Sol a partir do outro, criando eclipses solares artificiais. É a oportunidade de estudar como as perturbações solares podem afetar a tecnologia
O evento Laschamp foi uma inversão geomagnética temporária que ocorreu há cerca de 41 mil anos. Durante esse período, o campo magnético da Terra enfraqueceu drasticamente, afetando a atmosfera e o clima, possivelmente, levando à extinção de algumas espécies.
Há pelo menos 150 anos que os astrónomos observam a lendária Grande Mancha Vermelha de Júpiter, um anticiclone suficientemente grande para engolir a Terra, mas podem surgir sempre surpresas, especialmente quando o telescópio Hubble entra em ação.
Lembra-se da missão DART da NASA? Agora é a ESA a vestir a “capa de super-herói” e entrar em ação pela defesa do planeta contra asteroides perigosos, ao espreitar como andam Dimorphos e o “grande” Didymos com o lançamento da missão Hera, que leva tecnologia portuguesa a bordo.
O foguetão Vega-C da Agência Espacial Europeia (ESA) poderá ser lançado ainda este ano, depois do seu motor ter sido validado pela segunda vez, culminando, assim, os testes de qualificação deste modelo "melhorado".
Num dos sobrevoos que já fez, a BepiColombo conseguiu registar várias características do campo magnético de Mercúrio que levantaram a ponta do véu sobre os mistérios que a missão poderá desvendar, quando chegar à órbita do planeta mais interno do Sistema Solar, daqui a três anos.
Mapeamento do gelo, monitorização de icebergs e glaciares, bem como de deformações do solo resultantes de subsidência, terramotos e vulcões e suporte a ajuda humanitária e resposta a desastres foram alguns dos contributos do Sentinel-1B no programa de observação da Terra Copernicus.
As descobertas feitas pelo telescópio XRISM são consideradas fundamentais para entender como os buracos negros crescem e como as estrelas massivas vivem e morrem.
A nova coleção de relógios que junta a ESA à Swatch aproveita imagens espetaculares da Terra vistas do espaço, captadas pelos satélites Sentinel. Além da possibilidade de personalização, há também tecnologia contactless integrada.
A BepiColombo fez o sobrevoo mais próximo de um planeta alguma vez realizado quando passou por Mercúrio, a 4 de setembro. A ESA mostra “as vistas” registadas pela sonda espacial num vídeo em timelapse.
Salsa, um dos quatro satélites da histórica missão Cluster da ESA, fez a sua reentrada controlada, sobre o Pacífico Sul, tal como previsto. No comando das operações esteve o português Bruno Sousa.
Como é que o vento solar supersónico continua a receber energia após abandonar o Sol? Saber como essa corrente de partículas energéticas flui era uma interrogação dos astrónomos desde os anos 1960. A resposta foi agora descoberta por acaso com a ajuda de sondas da ESA e da NASA.
Já são conhecidos os vencedores da edição de 2024 da iniciativa PROSSE - PROdex for Science in Space Exploration, promovida pela Agência Espacial Portuguesa para financiar projetos científicos na área da exploração espacial em Portugal.
O Sentinel-2C, o mais recente dos satélites Sentinel-2, vai monitorizar a qualidade da água, a gestão de desastres naturais como incêndios florestais, sismos ou inundações e a deteção de emissões de metano.
Com menos de um metro, o asteroide impactará “inofensivamente” a atmosfera da Terra, criando uma bola de fogo na costa leste do norte das Filipinas, nas previsões da ESA e da NASA.
Nesta quarta-feira, a BepiColombo sobrevoa Mercúrio pela quarta vez. Após ajustes na trajetória devido a uma falha que impedia os propulsores elétricos de funcionar na potência máxima, será a sua maior aproximação a Mercúrio até à data, bem como a sua primeira passagem pelos polos do planeta.