Ansiedade ou depressão podem ser uma das consequências da falta de acesso ao smartphone, pelo menos no caso das crianças e jovens. A conclusão é de uma análise de 41 estudos.
A proposta foi da Royal Society for Public Health que desafiou os britânicos a registarem-se na campanha Scroll Free September para perceberam “o que andaram a perder”.
Na sua missão de tentar zelar pelo bem-estar dos seus utilizadores, a empresa fundada por Mark Zuckerberg tornou as suas políticas ainda mais rigorosas de forma a não promover de forma involuntária situações de automutilação.
Embora não seja um substituto total à orientação por parte de um profissional, pode ensinar-lhe estratégias para controlar o stress, mas também para lidar com situações de ansiedade, de solidão ou até mesmo sintomas de depressão.