O curso de programação começa em setembro e tem uma duração de 14 semanas, contando com várias empresas associadas que dão garantias de colocação em estágios. As candidaturas estão abertas até 16 de agosto.
Este é o primeiro curso da Academia de Código e funciona como um piloto para a operacionalização da ideia que deu vida à empresa, abrangendo 15 formandos em Lisboa, mas poderá alargar-se a outras regiões do país em 2016. O perfil dos candidatos aponta para licenciados, desempregados, com menos de 31 anos.
A Academia de Código está a colocar no terreno a ideia de requalificar desempregados com formação superior noutras áreas para trabalharem em TI, que lhe garantiu o maior número de votos no Orçamento Participativo de 2014, em Lisboa.
"O nosso objectivo é ajudar os jovens licenciados portugueses que estão no desemprego a mudarem a sua vida, aprendendo a programar. Em Setembro começamos com este primeiro curso, que é financiado pelo Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa. Mas depois de provado o modelo, em 2016 esperamos chegar já a outros distritos e, a médio prazo, estar em todo o país", explica João Magalhães, CEO da Academia de Código.
A Academia já tem a decorrer um piloto para alunos do primeiro ciclo das escolas básicas, o Academia de Código Júnior, que pretende ensinar as crianças a programar através de softwares criados com esse propósito e da interacção com robots desenvolvidos pela empresa. As aulas já decorreram no último ano lectivo, em três escolas públicas da região de Lisboa, e para setembro está previsto o alargamento da iniciativa em diversos colégios privados.
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