O programa europeu de mobilidade para estudantes universitários e académicos Erasmus+ vai ter um complemento virtual que pretende "promover o diálogo intercultural" e melhorar competências digitais nos próximos dois anos, de acordo com o explicado pela Comissão Europeia, .

Através do Erasmus+ Virtual Exchange, Bruxelas pretende colmatar o facto do programa Erasmus + não ser acessível a todos ao "melhorar as competências de pelo menos 25.000 jovens” em dois anos.

Isso será feito através de “ferramentas de aprendizagem digitais ao longo dos próximos dois anos" nos 33 países que integram o Erasmus+ e na Argélia, Egito, Israel, Jordânia, Líbano, Líbia, Marrocos, Palestina, Síria e Tunísia.

Na fase piloto, que decorre até ao final do ano, o projeto quer chegar a oito mil jovens e, "se for bem-sucedido, pretende-se que seja renovado até ao final de 2019 para chegar a mais 17 mil pessoas". No futuro, o projeto complementar  do programa tradicional de mobilidade física pode ser alargado a outras regiões do mundo.

De acrodo com a CE, todas as atividades terão lugar no âmbito dos programas do ensino superior ou de projetos juvenis organizados e os jovens terão acesso a discussões moderadas, grupos de projeto transnacionais, cursos e promoção da formação.

A Comissão diz que, no âmbito do programa, já foram criadas 50 parcerias e formadas 40 pessoas como facilitadores para moderar debates assim como universidades e organizações de juventude já manifestaram interesse no mesmo.

Desde 2015 já foram financiados mais de mil projetos entre universidades europeias e o sul do Mediterrâneo, para permitir a mobilidade de cerca de 15 mil estudantes e académicos dos países do sul para a Europa e de cerca de 7 mil no sentido inverso.

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