Desde novembro de 2016, a procura de engenheiros quase duplicou, de acordo com os dados preliminares de um estudo da Michael Page revelados esta segunda-feira, quando se comemora o Dia Nacional do Engenheiro.

A empresa de recrutamento avança que as organizações querem principalmente engenheiros de manutenção, de processo, de qualidade, engenheiros eletrotécnicos, de mecânica, industrial, mas também estão a voltar a procurar engenheiros civis para o sector da construção, “acabado de renascer e a apostar nas áreas de reabilitação e construção de edifícios”.

Relativamente aos salários para o sector da indústria, nas contas da Michael Page, e na cidade de Lisboa, um responsável de manutenção poderá ganhar entre 40 e 60 mil euros brutos anuais. No Porto entre 44 e 58 mil euros, refere em comunicado enviado à imprensa.

Já o salário de um engenheiro de processos varia entre 26 e 42 mil euros em Lisboa e 23 e 39 mil euros no Porto. Os valores para as funções de engenheiro de qualidade variam entre 28 mil euros e 34 mil euros em Lisboa, e 24 mil euros e 32 mil euros no Porto.

Os salários para o sector da construção apresentam intervalos, por exemplo, para chefe de obra entre 31 mil e 45 mil euros em Lisboa; e 31 mil e 43 mil euros no Porto. No caso de um engenheiro de gabinete técnico o salário varia entre 22.500€ e 30 mil euros para Lisboa, e entre 15 mil e 25 mil euros para o Porto. A função de responsável de gabinete técnico pode auferir um salário entre 28 e 35 mil euros em Lisboa, e 24 e 35 mil euros no Porto.

Ao nível das competências, “as empresas valorizam candidatos com background técnico, com competências comunicacionais e de relacionamento interpessoal e que saibam idiomas”, acrescenta a empresa.

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