A ferramenta pretende ajudar as empresas a identificarem sinais de risco e ajustarem as suas decisões de investimento, gerindo recursos com base em dados mais precisos. 

A empresa especializada em consultadoria de riscos e corretagem de seguros destaca as principais ameaças geopolíticas que as companhias e organizações enfrentam, identificando um crescimento destes riscos em 2017.

Segundo a informação partilhada pela Marsh, os principais riscos políticos que as empresas e os investidores enfrentam em 2017 são o aparecimento de partidos antissistema, que colocam as suas nações em primeiro lugar na Europa; a queda dos preços de bens; os riscos de sucessão de liderança no país; o crescente protecionismo; o terrorismo; e as incertezas em economias emergentes.

Os mercados emergentes, particularmente os do Norte de África e do Médio Oriente, mostram uma maior instabilidade à medida que conflitos, guerras civis e instabilidade socioeconómica continuam a afetar países como a Síria, Sudão, Sudão do Sul, República Central Africana e Iémen.

No Mapa de Risco Político que foi divulgado, Portugal apresenta uma pontuação de risco de país de 68.50, uma pontuação relativamente baixa, "que reflete a elevada taxa de desemprego e o clima de instabilidade de um Governo minoritário".

Segundo a Marsh "o principal risco é o de que a ideologia económica populista continue a entrar em conflito com a realidade de que o alto endividamento do país e que a adesão da zona euro limitam a flexibilidade política do Governo".

 

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