Um estudo Eurobarometer de 2015, feito na senda da reforma em curso, na altura, das regras de proteção de dados na União Europeia, indicava que apenas 15% dos cidadãos considerava ter controlo absoluto sobre os dados que partilha online. Entre a grande maioria sobrante, 50% dizia ter um controlo parcial e 31% concluia que não tinha qualquer controlo da informação partilhada sobre si na internet.
Eram 19% aqueles que se mostravam muito preocupados por não conseguirem ter esse controlo e 42% os relativamente preocupados. Na altura 83% dos internautas via com bons olhos a chegada de novas regras para proteger os seus dados pessoais.
É o que está prestes a acontecer com o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados, proposto pela Comissão Europeia, que já está em vigor e que terá de começar a ser aplicado em todos os países em maio de 2018.
O diploma pretende garantir maior proteção dos consumidores e impõe um conjunto de novas regras que as empresas terão de cumprir e novas sanções bastante mais elevadas do que as praticadas até agora, em caso de incumprimento.
A propósito do Dia Europeu da Proteção de Dados, assinalado este sábado, a CNPD, entidade responsável em Portugal pela salvaguarda desta vertente, publicou no seu site um conjunto de medidas destinadas a ajudar as empresas a prepararem esta aplicação. A partir do mesmo site também há informação sobre a melhor forma dos cidadãos slavaguardarem os seus dados.
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