O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa continua a registar um crescimento no volume de esclarecimentos de dúvidas sobre o português.

Em comunicado, o site anunciou esta terça-feira que, só durante o ano de 2016, registaram-se 277 mil novos utilizadores no portal e um novo máximo total de utilizadores que ultrapassa agora os 25 milhões.

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Deste bolo, as maiores fatias cabem ao Brasil, Portugal e Angola que completam, respetivamente, o pódio dos países com maior número de utilizadores. No entanto, se analisarmos a proveniência por cidade, Lisboa, São Paulo e Rio de Janeiro são as três primeiras cidades de uma lista onde a primeira cidade não pertencente a um país da CPLP, Macau, só surge no 52º lugar.

Em Portugal a palavra mais pesquisada foi nada mais nada menos do que "arrendatário". "Enxague" e "resiliência" foram a segunda e terceira. No Brasil, para além de "gitana" e de "saruê", também a palavra "enxague" constou do top três.

Nos restantes países de língua oficial portuguesa, as palavras mais procuradas no Dicionário Priberam foram: "amnistia", "pormenorizar" e "reborar" (Angola); "azáfama", "embaixador" e "biónico" (Cabo Verde); "translineação", "minúsculas" e "panorama" (Guiné-Bissau); "PALOP", "abordagens" e "adormecer" (Guiné Equatorial); "monopartidarismo", "obstar" e "pasteleira" (Moçambique); "lacuna", "apropriação" e "comprometimento" (São Tomé e Príncipe); "mestre", "contentores" e "enumerável" (Timor-Leste).

No cômputo geral, diz o Priberam, resiliência foi a palavra mais pesquisada pelo terceiro ano consecutivo.

O Priberam é um site gratuito e está disponível através deste link.

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