Não demorou muito tempo até que os telemóveis se tornassem inteligentes, um processo que ainda não terminou. A cada ano que passa é possível observar o aglomerar permanente de funcionalidades que os telefones vão recebendo, tornando-os cada vez mais inteligentes e indispensáveis à nossa vida.
Mas nem sempre as coisas foram assim. Antes da massificação dos smartphones, ou antes do lançamento do primeiro iPhone, se preferir, a rainha Nokia liderava as contas do mercado com telefones mais simples. Esta nova era, que a Apple ajudou a impulsionar, tornou apelativo o conceito de telefone inteligente e arrastou-nos para uma espécie de viagem sem regresso, que alterou definitivamente aquilo que procuramos e valorizamos num telemóvel. Pelo menos a maior parte de nós.
Para responder ao que procuram aqueles que não querem seguir a tendência generalizada há já várias marcas a trabalhar em produtos completamente focados nas funcionalidades básicas dos equipamentos, mas sem esquecer que a tecnologia evoluiu. Chamam-se dumbphones.
Estes telefones, que não são inovadores em características mas no conceito que sustenta a sua existência, pretendem desligar-nos do frenesim da internet e tornar-nos mais atentos ao mundo exterior. Os novos dumbphones recorrem a designs modernos, servem para telefonar, para enviar mensagens e, provavelmente, nada mais.
Se acha que é por aqui que passa a sua próxima aquisição “tecnológica”, deixamos-lhe umas sugestões.
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