Quando os investigadores procuram saber até que ponto é que um sistema operativo móvel pode estar infetado, costumam usar uma amostra aleatória para conseguir obter esses resultados. Mas uma nova técnica, baseado nos hábitos de consumos dos utilizadores, parece ter mostrado resultados diferentes.
Académicos da universidade de Helsínquia, na Finlândia, em parceria com a Intel, estimaram que 0,25% dos equipamentos Android estão infetados com malware. O valor acabou por ser superior ao esperado, isto porque foi usada uma amostra de análise diferente.
Os investigadores descobriram que os utilizadores que tinham as mesmas apps maliciosas, tinham também as mesmas apps benignas – que descarregaram provavelmente da mesma loja. Assim, através do conjunto de aplicações que estavam instaladas em cada smartphone, foi possível perceber que equipamentos estavam infetados até com malware desconhecido.
Os resultados completos do estudo “Malware Insights” vão ser apresentados ainda este ano na conferência World Wide Web.
O grupo de investigação analisou durante sete meses 50 mil dispositivos, e está agora convencido de que no futuro conseguirá detetar quais os dispositivos que vão ser infetados, mesmo antes de isso acontecer. Tudo através dos padrões de consumo dos utilizadores.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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