A Cabify chegou ao mercado português fez muito recentemente dois anos, e apesar de não ter sido a primeira, não deixa de ser popular. É verdade que a ideia geral é que é mais cara do que a concorrência e mais “demorada”, porque haverá menos carros com motorista disponíveis, mas (por uma incrível coincidência ou não) acabou por ser a aplicação que ofereceu um melhor serviço, entre as quatro que a redação do SAPO TEK testou.

A instalação da aplicação é business as usual para este tipo de serviços: tem de dar determinadas autorizações - como acesso à sua localização - e depois é preciso criar uma conta de utilizador, fornecendo um endereço de email a escolhendo uma password.

A partir da app tem três menus disponíveis: Viagens, onde são guardados os resumos das viagens feitas e as viagens que estejam planeadas; Métodos de pagamento, onde pode escolher o meio de pagamento pretendido, entre o pagamento a bordo com TPA e o pagamento com VISA; e o menu Minha Conta, onde pode aceder ou alterar os dados da conta de utilizador, guardar as localizações favoritas e estabelecer preferências sobre se quer ou não música, ar condicionado ou silêncio durante a viagem.

Já opções como associar o número de contribuinte à fatura ou adicionar mais utilizadores à mesma conta, têm de ser feitas através do site da aplicação. As viagens vão sendo adicionadas ao histórico, as faturas são emitidas no final de cada dia ao mesmo tempo – caso viaje mais do que uma vez nesse período.

3,2,1: carrega no “botão”

Na corrida mais louca do mundo (em segurança) das apps de mobilidade em direção ao mesmo destino fomos os segundos a arrancar, mas diz que acabámos por recuperar os minutos perdidos inicialmente. E por falar em tempo, o carro da Cabify demorou cerca de quatro minutos a chegar ao local de recolha.

Entrando na viatura, o motorista fez as observações que já costumamos associar a este tipo de serviço, perguntando se o ar condicionado estava do meu agrado e sugerindo que se a estação de rádio não o fosse podia mudar para outra da minha preferência. Viatura “clean”, motorista “a condizer”.

A viagem decorreu tranquilamente, sem travagens bruscas a assinalar, mas com muita conversa pelo meio, “culpa” (claro) desta curiosa cliente a bordo. Este “Sr. Cabify”, chamemos-lhe assim, trabalha para uma empresa com vários serviços, entre eles as aplicações de mobilidade. Foi “chauffeur” toda a vida, inclusive de táxi – embora eu tivesse ficado com a impressão de que foi a experiência que menos lhe agradou menos, e por mais do que um motivo.

Das apps de agora diz que são mais seguras, mas que pagam pouco. “Ando cá por necessidade. É mais tranquilo, mais seguro, os carros são melhores, mas antigamente ganhava-se muito melhor. Hoje ganho o mesmo que ganhava há 15 anos”. E assim foi sendo feita a conversa durante os 19 minutos que durou a viagem até ao destino. Pareceu-me muito, mas no final de tudo, e embora não tivesse sido a primeira a sair, fui a primeira a chegar.

O custo previsto de viagem eram 4,11€, que se efetivaram num pouco menos: 4,09€. O valor foi o mais baixo das quatro “corridas” e foi por isso que regressámos todos à redação de Cabify. Mas essa história já não é para contar…

Ainda sobre o serviço da Cabify, de referir que na app fica guardado um resumo da viagem, com o mapa do percurso, quilómetros percorridos, tempo de duração, identificação do motorista e custo.

Pela facilidade do download, definição de conta, "atendimento", tempo de viagem, preço e informação de retorno o serviço prestado por esta plataforma merece um "9", numa escala de 1 a 10. A Cabify está disponível para Android e iOS.

Veja o vídeo com a experiência completa da equipa do SAPO TEK.

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