Estes países são aqueles onde a procura por este tipo de conteúdos é mais expressiva, um fenómeno que a Ovum, que apura os dados, relaciona com o crescimento acelerado de uma classe média fortemente urbana. É também nestas geografias que um maior número de utilizadores se mostra disposto a pagar preços mais elevados para ter acesso a um conteúdo neste formato.
Em países como o Brasil 67% dos inquiridos pela empresa de estudos de mercado dizem que já descarregaram apps. Na Ásia os números são ainda superiores: na China 91% dos inquiridos garante que já fez download de aplicações e na Índia 84% garantem o mesmo.
No que se refere à disponibilidade para pagar por aplicações móveis é na Índia que a Ovum regista um maior número de respostas positivas: 21% dos inquiridos admitem gastar mais de 15 dólares mensais com o download de aplicações; 13% gastam mensalmente entre 8 e 15 dólares.
Outra conclusão apurada pela Ovum revela que em alguns mercados emergentes as lojas de aplicações dos operadores são as preferidas dos utilizadores. É assim, por exemplo, na China ou na Rússia. Na Índia e no Brasil as preferências vão para o Google Play, a loja oficial do Android.
Escrito ao abrigo do novo Acordo
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