O lançamento da gama Pixel, e o consequente término da linha Nexus, foi um passo dado no sentido da uniformização da marca Google. Esta transformação, contudo, pode ser brevemente elevada a um outro patamar, agora que Manu Gulati se juntou à gigante norte-americana.

O engenheiro, especialista no design de processadores móveis, foi colaborador da Apple durante vários anos e o seu trabalho está na essência do desenvolvimento dos chips que a empresa da maçã utiliza nos iPhones e iPads. Como nota a imprensa internacional, este não é o único posto de trabalho que a Google quer preencher neste departamento, estando abertas outras vagas relacionadas com o desenvolvimento de chips.

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Ao contrário da concorrente de Cupertino, a Google tem uma parceria com uma empresa externa (Qualcomm) que assegura o desenvolvimento dos processadores dos seus smartphones. No entanto, com esta série de contratações, parecem estar em cima da mesa alguns planos para inverter esta situação.

O desenvolvimento de chips in-house podem dar à Google um controlo adicional sobre as funcionalidades dos seus futuros equipamentos e uma vantagem competitiva sobre todas as outras tecnológicas que confiam na Qualcomm para fornecer os processadores dos seus telemóveis.

Note que, apesar de ser uma cliente da Qualcomm, a Google tem feito algumas experiências em nome próprio no campo do processamento. A integração do Visual Core nos Pixel 2 e Pixel 2 XL foi um dos primeiros resultados deste esforço.

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