Em 2014 as vendas não ultrapassaram os 55 milhões de unidades, um número bem diferente daquele que é estimado num prazo de 10 anos: em 2024 as previsões da IHS, que conduziu a pesquisa, estimam vendas de 2 mil milhões de unidades e uma receita de 15 mil milhões de dólares. A receita prevista para este ano será de 1,7 mil milhões de dólares.
Para já os dispositivos com opção de carregamento wireless não são muitos, mas a tecnologia começa a ganhar tração. A última geração de smartphones da Samsung suporta-a e o Apple Watch, que será lançado ainda durante este mês, também vai usar o carregamento sem fios. Marcas como a Ikea também já mostraram que acreditam na tendência e anunciaram uma nova linha de mobiliário, que vai integrar dispositivos de carregamento sem fios.
A opção sem é dúvida mais prática e menos limitativa para os utilizadores mas para ser banalizada ainda é preciso resolver a questão dos dispositivos compatíveis, em número muito limitado. Para já existem duas normas que a indústria está a usar. A mais antiga é Qi, mais recentemente surgiu outra alternativa a PMA. Dispositivos como o Galaxy S6 e S6 Edge suportam ambas.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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