Formada em ciências de engenharia elétrica, a astronauta-norte americana vive a sua primeira experiencia a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla original), integrando a tripulação da Expedição 59, 60 e 61.

Este sábado, dia 28 de dezembro, bateu o recorde de 288 dias da “colega” Peggy Whitson, como a mulher a passar mais tempo seguido no espaço.

Se tudo continuar a correr bem, quando terminar a sua missão, em fevereiro de 2020, completará um total de 328 dias contados "além das nuvens", ou aproximadamente 11 meses.

As missões na Estação Espacial Internacional rondam os seis meses, no entanto a NASA decidiu, em abril deste ano, “estender” a estadia da astronauta até fevereiro de 2020.

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“Ter a oportunidade de estar aqui durante tanto tempo é verdadeiramente uma honra”, afirmou Christina Koch em entrevista à CNN. “A Peggy [Whitson] é uma das minhas heroínas e tem sido a minha mentora ao longo dos anos”, acrescentou, manifestando ainda a sua intenção de “retribuir o favor” e tornar-se também numa mentora de jovens astronautas quando voltar à Terra.

Já a pensar no futuro da exploração espacial, a astronauta lembrou que a sua estadia prolongada na ISS permitiu dar-lhe uma nova perspetiva acerca da forma “como o corpo humano é afetado pela microgravidade a longo prazo”, algo que considera ser de grande importância para as próximas missões à Lua e a Marte.

A par deste recorde, Christina Koch ficou igualmente para a história por ter feito parte do primeiro passeio espacial exclusivamente feminino, em outubro passado.

Enquanto não termina a sua missão, a astronauta da NASA tem por hábito partilhar com quem está em Terra algumas imagens do espaço.

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