No perfil @holoholo_wg os utilizadores podem seguir o drone aquático Wave Glider Holoholo, que está a publicar várias fotografias da sua missão: navegar em direção a dois furacões, Iselle e Julio.



Além da revelação de imagens o robot também está a publicar no Twitter informações sobre as condições atmosféricas nas quais está inserido. Através do cruzamento das informações os investigadores podem perceber com mais detalhe como estão a avançar os furacões e como podem preparar a prevenção em terra, na ilha do Hawaii.


O drone aquático move-se de forma independente e usa tanto energia solar como a força das ondas para cumprir a missão. Tem ainda um propulsor que lhe permite navegar tanto em águas calmas, como no mar agitado.



Mas esta é apenas uma missão que o equipamento desenvolvimento pela Liquid Robot é capaz de executar. De acordo com a Cnet, os “irmãos” do Holoholo são verdadeiros data centers dos oceanos, isto porque conseguem fazer o armazenamento e o processamento da informação à medida que vão navegando. Os dados são depois enviados para terra.



Empresas que fazem exploração de recursos naturais no alto mar, seja uma petrolífera ou uma embarcação de pesca, o exército e as autoridades costeiras estão entre os clientes típicos dos Wave Gliders.



Pela sua arquitetura as empresas podem dividir o centro de dados tal como acontece nos “verdadeiros” centros de dados – os robots têm capacidade para ter diferentes unidades de processamento e de análise.



No caso do Holoholo a única missão é navegar em direção aos dois furacões e deixar funcionar todo o “arraial” de sensores que leva a bordo.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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