Já alguma vez pensou em poder cozinhar um robot em casa? É que esta realidade pode estar mais próxima do que pensa. Um grupo de investigadores do MIT está a trabalhar num ecossistema de componentes que se transformam quando aquecidos, criando partes para criar um robot.



As componentes são impressas em 3D e por isso podem ser personalizadas – seja para criar um robot de protocolo ou um robot de entretenimento, por exemplo. A investigação ainda está numa fase preliminar, de acordo com o The Verge, mas está a seguir os passos dados por outros estudos, o que mostra uma continuidade na evolução do conceito.





Para perceber melhor o conceito de como funcionam os robots cozinhados, pense num origami, que quando desmontado deixa uma folha cheia de vincos. Levando essa folha ao forno ela dobrar-se-ia de novo para criar o origami.



Agora substitua a folha por componentes de plástico impressas em 3D cujas dobras já estão pré-definidas pelo computador que criou a peça.



Mais resultados da investigação do MIT serão apresentados esta semana numa conferência dedicada à robótica. Esta é aliás uma área que está a crescer em direção à massificação.



Na semana passada o TeK já tinha dado conta de um projeto da Intel que quer criar um ecossistema de robots do it yourself: as componentes elétricas custarão 1.600 dólares e as restantes partes do hardware poderão ser impressas. A plataforma vai ser open source e quer ser o Raspberry Pi da robótica.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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