A Rolls-Royce cumpriu com sucesso o primeiro voo da aeronave totalmente elétrica que está a desenvolver. O voo teve uma duração de 15 minutos e marcou o início de uma fase de testes, que servirá para recolher informação em diferentes áreas e validar a segurança e fiabilidade do sistema de propulsão da aeronave. 

Este novo projeto da Rolls-Royce, mais conhecida pelo fabrico de motores de jacto, será também uma forma de a empresa aprender mais sobre o desempenho da alternativa elétrica, que neste caso recorre a uma bateria de 6 mil células para alimentar três motores que conseguem gerar o equivalente a mais 500 cavalos de potência (400 Kw), numa aeronave que pode atingir uma velocidade de 480 km/h (300 MPh). O valor é um recorde para este tipo de aviões. 

A aeronave elétrica da Rolls-Royce é o epicentro de um projeto que a empresa batizou de Spirit of Innovation, onde integra “o conjunto de baterias com maior densidade energética alguma vez montado para uma aeronave", garante a marca britânica, hoje propriedade do grupo BMW, sublinhando que estas características fazem do sistema usado no monolugar uma opção para outras tipologias de veículos relevantes para a descarbonização das cidades. 

A Rolls-Royce tem um plano para se converter numa empresa com produtos sem emissões de carbono, que já era conhecido. Prevê que, até 2030, o grupo britânico esteja em condições de só lançar novos produtos “net zero”. Até 2050, o objetivo é estender a meta a todo o portefólio. 

Pelo caminho há alguns projetos concretos já em preparação, como a parceria com a Tecnam e a Widerøe, a primeira uma fabricante de aviões e a segunda uma companhia aérea escandinava, para ter um avião elétrico a servir as rotas regionais até 2026. 

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