Novas formas de produzir e de viver as histórias. É desta forma que o MIT apresenta o Sensory Fiction, um equipamento que ajuda a sentir na pele algumas sensações descritas nos livros. O sistema tem por base um colete composto por vários sensores e mecanismos que têm a capacidade de reproduzir determinadas impressões.
Tremores, temperatura mais alta, descontração, sufoco e até ritmo cardíaco mais acelerado. Estas são algumas das sensações que o Sensory Fiction já consegue garantir. Um dos elementos em destaque é um sistema semelhante aos airbag dos carros que enche e esvazia, dando a respetiva sensação de aperto e de liberdade.
Para já o projeto só está a ser implementado num livro - The Girl Who Was Pluged In -, que é também ele "tecnológico" - traz dezenas de LEDs incorporados para simular os diferentes ambientes da narrativa. O livro também vibra dependendo das passagens do texto e emite sons.
O projeto é visto como uma mais valia pelo MIT - consegue juntar a experiência real à capacidade da imaginação humana. Ainda que para já possa não ter a capacidade de se tornar uma alternativa à leitura tradicional, porque é só um protótipo, o conceito pode ser explorado em livros específicos para mostrar as potencialidades da "leitura sensorial".
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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