O projeto é da Xerox PARC (Palo Alto Research Center) e foi mostrado recentemente numa conferência da DARPA - Defense Advanced Research Projects Agency nos Estados Unidos. É aliás um projeto desenvolvido com a agência.
Engenheiros da fabricante têm trabalhado num processador capaz de se autodestruir em 10 segundos.
A peça é feita do mesmo material que hoje é usado na maioria dos ecrãs dos smartphones, Gorilla Glass. Para quebrar é sujeito a um choque de calor, desencadeado pelo apontar de uma luz (infravermelho ou outra) a um ponto específico da peça.
Esse contacto ativa um circuito específico do chip e provoca uma reação que se prolonga durante 10 segundos. Ou seja, mesmo depois da primeira quebra, o vidro continuará a estilhaçar-se durante 10 segundos.
No evento Wait, What? um responsável da empresa explicou que o chip foi desenvolvido a pensar na proteção de dados sensíveis – para guardar chaves de encriptação, por exemplo.
Por enquanto é um protótipo mas as equipas já estão a trabalhar para tornar possível a integração do chip em dispositivos eletrónicos já disponíveis no mercado.
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