O YotaPhone conta com dois ecrãs: um EPD (Electronic Paper Display, que usa a tecnologia e-Ink) e um LCD. Ambos são sensíveis ao toque e estão posicionados em cada uma das faces do dispositivo.



O ecrã LCD assume as funções principais do equipamento, enquanto o EPD vai funcionar como uma janela de informação, que facilita o desempenho de algumas tarefas. Este ecrã vai permitir que o utilizador tenha acesso a um conjunto de informação do equipamento sem ter de o desbloquear, como sejam notificações, mensagens ou chamadas.





A alternativa terá um impacto relevante na autonomia do dispositivo que, de acordo com a fabricante, pode aguentar até sete vezes mais tempo que outros smartphones da mesma gama. Os mesmos dados indicam que, em média, um utilizador desbloqueia o telemóvel cerca de 150 vezes por dia.



O sistema operativo deste novo Yotaphone é o Android, na versão 4.2, a câmara fotográfica integrada é de 13 megapixéis e o ecrã de 4,3 polegadas. O processador do YotaPhone é um Dual Core a 1,7 GHz e a RAM é de 2GB. Tem suporte para 4G.



A bateria é de 1.800 mAh, mais "robusta" que a do iPhone 5s (de 1.560 mAh), mas menos independente que a do Galaxy S4 (2.600 mAh), garantindo uma opção interessante, que será potenciada pela poupança na utilização do ecrã LCD.



O equipamento começa hoje a ser vendido na Rússia, Áustria, França, Espanha e Alemanha por 499 euros. Durante o primeiro trimestre do próximo ano, o número de mercados europeus onde vai estar à venda será alargado.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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