
A Índia preparava-se para lançar a sua segunda missão à Lua, com o envio da nave não tripulada Chandrayaan-2, mas acabou por ser cancelado a menos de uma hora da sua descolagem. A decolagem estava prevista para as 22:21 (hora de Lisboa), a partir da base de Sriharikota, no estado de Andhra Pradesh, avança o The Guardian. Segundo o porta-voz da Organização de Investigação Espacial da Índia, foi detetado um problema técnico no sistema do veículo de lançamento.
Previsto inicialmente para a chegada à Lua entre os dias 6 e 7 de setembro, há agora uma janela de 10 minutos para o seu lançamento esta terça-feira. O objetivo da missão é explorar a composição mineral da superfície lunar e a probabilidade de existência de água na zona do polo sul da Lua.
A missão, considerada a mais ambiciosa da Índia, consiste no lançamento de uma nave de 3,8 toneladas, para transportar um robot de exploração da superfície lunar. Prevê-se que durante a sua vida útil (de cerca de duas semanas), o robot irá percorrer cerca de 500 metros, comunicando com um módulo que irá estar em órbita durante um ano.
Caso consiga ser bem-sucedida, a Índia torna-se o quarto país a fazer uma alunagem, depois da Rússia, Estados Unidos e China. Além disso, poderá ser a primeira missão a chegar ao polo sul da Lua, uma área pouco explorada do satélite. A primeira missão lunar da Índia aconteceu em 2008 e ajudou a confirmar a presença de água na Lua, embora não tenha aterrado na superfície da Lua. Se tudo correr como planeado com o Chandrayaan-2, a Índia pretende lançar uma missão tripulada à Lua em 2022.
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