O pico da chuva de meteoros das Perseidas está previsto para 11, 12 e 13 de agosto, dias - ou será melhor dizer noites - em que o céu estará “iluminado” por uma Lua quase cheia, o que poderá atrapalhar a visibilidade...

A sua atividade máxima ocorre no dia 13 de agosto entre as 03h00 e as 16h00. Mais especificamente, e segundo o Observatório Astronómico de Lisboa, em Portugal a melhor ocasião para a observar a olho nu o fenómeno será por volta das 03h00, estando prevista a “queda” de até 110 meteoros por hora.

Os conselhos para aproveitar melhor o show – apesar da ameaça da brilhante Lua – são os habituais: procurar locais de observação mais escuros. Nas cidades a observação torna-se mais limitada devido à ausência de um vasto horizonte e da iluminação artificial, mais intensa do que a maioria dos rastos luminosos.

Os pedaços de rocha protagonistas da “Chuva de Perseidas” são no fundo rastros de poeira e areia deixados pela passagem do cometa Swift-Tuttle, que orbita o sol a cada 133 anos. Quando a Terra passa pelo local dos detritos, o choque com a atmosfera provoca a sua desintegração, criando rastos luminosos muito rápidos, conhecidos como “chuva de estrelas”.

O nome Perseidas deriva de o fenómeno ter o ponto radiante na constelação de Perseus. A última visita do Swift-Tuttle decorreu em 1992, e a próxima passagem será em 2126, mas a presença do seu rastro faz-se sentir anualmente durante o verão.

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