O valor, apurado pela Marktest, mostra que o número de utilizadores de tablets quase triplicou face a 2012, quando apenas 3,8% dos portugueses indicava utilizar tal dispositivo.

Entre os utilizadores, três em cada quatro diz usar tablet próprio, enquanto 20% refere que usa o de outra pessoa do agregado e 3% o da empresa.

Relativamente à utilização, é ao nível das classes sociais que mais diferenças se observam, com os valores a oscilarem entre os 31,5% de utilizadores entre os indivíduos das classes sociais mais elevadas (três vezes acima do valor médio) e apenas os 1,6% entre a classe social baixa.

Os dados mostram ainda que os homens revelam maior afinidade com a utilização de tablet, assim como os indivíduos entre os 25 e os 35 anos e os residentes na Grande Lisboa.

A tendência de crescimento da utilização de dispositivos móveis, nomeadamente o uso de tablets, é atestada por outros estudos e relatórios recentes. Segundo a GFK, o formato móvel foi um factor de peso para o crescimento do negócio tecnológico em Portugal no último trimestre de 2013.

Os tablets já são responsáveis por 33% do mercado de informática, sendo que outros 40% pertencem aos computadores.

Já a Toshiba, no seu "Observatório", estima que ao longo do ano passado tenham sido vendidos 760 mil tablets, valor que representa 58% do mercado consolidado de computadores portáteis.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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