A OM Digital Solutions é a nova “casa” das câmaras fotográficas da Olympus, depois da fabricante japonesa ter desistido deste negócio e entregado a fundo de investimento privado, no verão de 2020. A empresa revelou o primeiro modelo depois da aquisição do negócio, a OM-1, uma câmara mirrorless. O equipamento apresenta um novo sensor e tecnologia de nova geração, prometendo um salto de performance em relação aos últimos modelos da marca.

A câmara oferece um tamanho compacto, prometendo encaixar com maior naturalidade nas mãos e ser mais leve de usar. A câmara tem um sensor Live MOS com iluminação traseira de 20,4 MP com AF composto por quatro fotodiodos por pixel. O seu processador TruePic X permite disparos de fotos em formato RAW até 50 FPS ou 120 FPS em modo de disparo contínuo. A câmara permite gravar vídeo a 4K 10 BIT a 60 FPS, incluindo os formatos H.264 e H.265.

A marca diz que o sensor MOS deixa entrar mais luz, aumentando o seu desempenho em locais com pouca luminosidade. Tem um ISO padrão com um alcance até 25.600, mas em locais menos iluminados pode aumentar para até 102.400.

Veja na galeria imagens da câmara fotográfica:

De forma a evitar tripés e outros equipamentos para manter a câmara segura sem imagens desfocadas, a marca diz que o seu estabilizador garante fotografias macro e telefotos com grande qualidade. Para tal tem um estabilizador de oito passos de compensação para eliminar a trepidação da câmara nas mãos, mesmo a velocidades lentas do obturador. O sistema ajuda também a manter a imagem focadas em locais com menos iluminação.

O sistema Live ND dispensa o uso de filtros ND externos, uma vez que já os tem integrados no sistema. O Modo Live ND da OM-1 cobre até ND64, prometendo oferecer diversos efeitos aos utilizadores. E estes podem sere pré-visualizados antes de fotografar. Também oferece um disparo silencioso, desligando todos os sons eletrónicos e do obturador, no caso de estar a captar animais, por exemplo, sem os distrair ou assustar.

Outras características passam pelos recursos de AF para captar imagens do céu estrelado noturno. O sistema de estabilização integrado na OM-1 dispensa a preocupação do utilizador na focagem da imagem. Pode usar um tripé e uma objetiva com zoom telefoto para identificar estrelas com mais maior precisão, diz a marca. Já o sistema anti-cintilação compensa a luz artificial ativando automaticamente o obturador no momento em que ocorre o pico de brilho, para suavizar a exposição e a diferença de cor entre os disparos.

Olympus OM-1

A máquina tem um botão de Autofoco dedicado, permitindo alternar entre a focagem automática ou manual. A OM-1 salienta a deteção de face melhorada, para os utilizadores que dão destaque aos retratos. A focagem automática realça as faces com mais precisão.

A marca afirma que a bateria BLX-1 da máquina tem autonomia para 520 fotografias. Por outro lado, também poderá carregar as baterias durante a utilização da máquina, para que os trabalhos não sejam interrompidos em situações de emergência. Poderá ainda adquirir o carregador de bateria em separado para alimentar duas unidades em simultâneo. A câmara tem ainda duas ranhuras para cartões compatíveis com UHS-II.

Olympus desiste do negócio das câmaras fotográficas e entrega-o a fundo de investimento privado
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A fabricante construiu uma câmara para ser utilizada em todos os ambientes, apresentando uma certificação IP53, ou seja, resistente a poeiras e salpicos, para que continue a trabalhar quando chove, quando a temperatura atinge valores negativos ou em locais com muito pó, como desertos ou no campo.

A Olympus OM-1 chegou ao mercado com preços a começar nos 2.799 euros.

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