Na próxima sexta-feira, dia 28, o CEO da Google, Sundar Pichai, vai responder às questões dos representantes republicanos no Congresso dos Estados Unidos, em Capitol Hill. Em causa estão as recentes alegações de que a gigante tecnológica censurou resultados no seu motor de pesquisa. Também em novembro, o líder da Google vai estar na Câmara dos Deputados após as próximas eleições nos Estados Unidos.

A Google havia falhado o envio de um representante de topo ao Congresso, juntamente com executivos do Facebook e o CEO do Twitter. Ao encontro, era exigido que fosse Sundar Pichai ou o patrão da Alphabet, Larry Page.

Entre as perguntas difíceis que serão colocadas ao líder da tecnológica de Mount View, serão abordadas as estratégias para combater a propagação das “fake news”, a decisão da Google deixar de colaborar com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e a ligação com a China sobre os motores de pesquisa censurados, adianta a Bloomberg.

Em agosto, o Presidente dos Estados Unidos acusava as três tecnológicas por falta de imparcialidade política e preconceito contra os conservadores. Donald Trump usou mesmo a sua conta do Twitter para referir que os resultados do motor de busca da Google eram “fraudulentos”, merecendo resposta pronta da tecnológica, defendendo-se ao referir que não tem qualquer agenda política e não influencia os resultados das pesquisas. “Quando os utilizadores pesquisam na barra do Google Search o nosso objetivo é garantir que recebam as respostas mais relevantes numa questão de segundos. O Search não é usado para uma agenda política e não oferecemos resultados de nenhuma ideologia política”, sublinha a empresa.

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