Apesar do nome, o Autopilot da Tesla não transforma o Model S num carro sem condutor do dia para a noite. Segundo a fabricante, nesta fase trata-se principalmente de tecnologia de auxílio à condução.

Entre as funções disponibilizadas está um sonar “ultrassónico” a 360 graus, que monitoriza toda a zona em volta do carro, a capacidade de ler sinais de trânsito e a deteção de veículos, obstáculos e peões. 

De qualquer forma, os condutores que testarem o sistema ainda terão na mesma que fazer pisca quando quiserem ultrapassar outro veículo.

O Model S da Tesla tinha sido notícia recentemente, mas pelo seu software ter cedido perante a tentativa de controlo de terceiros. Os autores do “ataque”, Kevin Mahaffey, da Lookout, e Marc Rogers, da Cloudflare, afirmavam ter encontrado seis falhas de segurança graves que podem permitir que hackers assumam o controlo do veículo. Uma delas é a possibilidade de desligar o carro a baixas velocidades.


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