As memórias USB estão entre os objetos das empresas com dados confidenciais que mais se perdem. No caso das empresas portuguesas as unidades de armazenamento externo são mesmo o equipamento digital que mais extravios registam, ao serem consideradas por 39% das empresas como o objeto mais "perdível".

A nível de eletrónica os smartphones e telemóveis também constam da lista de objetos mais perdidos, sendo apontado por 18% das empresas, seguidos dos computadores portáteis com 10% das respostas e dos tablets com 3%.

Em Portugal os dispositivos eletrónicos são superados de longe pelas pastas com documentação no que diz respeito a perdas, ao serem indicadas por 46% das empresas como objeto mais extraviado.

Segundo uma análise da Kaskersky, a perda de uma pasta com documentos físicos tem um impacto mais controlável, enquanto um dispositivo eletrónico pode permitir o acesso a documentos confidenciais e em alguns casos, à rede empresarial.

No exemplo específico das memórias USB, o diretor corporativo da Kaspersky Ibéria, José Manuel Delgado, considera os valores elevados como "normais" porque as pens "são pequenas, usam-se todos os dias e são baratas, pelo que não se valorizam tanto como outros dispositivos".

A nível europeu o número de PMEs que indica as pens USB como o objeto que mais se perde sobe para 42%. As unidades de armazenamento externo superam o material de escritório (41%) e as pastas com documentação (34%).

Os resultados são de um estudo encomendado pelos laboratórios da Kaspersky à TNS Infratest que em janeiro de 2013 analisou 1.762 pequenas e médias empresas na Europa.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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