Um enorme estrondo e uma grande coluna de fumo negro. Foi assim que foi descrito o incidente que ocorreu esta tarde no complexo de lançamento da SpaceX, na Base da Força Aérea em Cape Canaveral, na Flórida, EUA, já confirmado pela NASA, no seguimento de um teste de ignição.

De acordo com as informações divulgadas pela imprensa internacional, não existe qualquer registo de vítimas, visto que a plataforma costuma estar deserta sempre que são realizados testes de ignição.

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O foguetão seria utilizado este sábado para transportar o satélite de comunicações Amos 6, da operadora de satélites israelita Spacecom. De acordo com o The Verge, o satélite da Spacecom faria parte do projeto Internet.org do Facebook e iria fornecer internet a alguns países da África Subsariana.

O site avança que a SpaceX já confirmou que o Amos 6 se encontrava a bordo do Falcon 9 na altura da explosão e que também foi destruído. Segundo consta, uma falha durante a preparação do teste de ignição esteve na origem da explosão.

O acidente ocorre numa altura em que a SpaceX se preparava para começar a reutilizar os seus Falcon 9, que são todos efetivamente reutilizáveis mas nunca foram utilizados mais do que uma vez.

Nada indica que o Falcon 9 que explodiu estava a ser preparado para uma segunda viagem.

Esta é a segunda vez que um destes foguetões da SpaceX explode antes de tentar uma aterragem. Em 2015, um Falcon 9 rebentou em pleno voo, apenas três minutos após o lançamento. Na altura, o CEO Elon Musk admitiu que “foi um duro para a SpaceX”. Pois bem, eis a segunda ronda.

 

Nota de redação: Foi corrigida uma gralha, tal como apontado por um dos nossos leitores.

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