A Red Hat anunciou que está disponível uma nova versão do sistema operativo Linux, Fedora. Esta versão 7 introduz um conjunto de novidades que passam sobretudo pela tentativa de alargar a um leque mais vasto de utilizadores os privilégios que em versões anteriores estavam restritos a engenheiros da Red Hat.



Assim, todos os pacotes core do sistema operativo passam a estar acessíveis a toda a comunidade Fedora, o que permitirá aumentar o grau de contribuição destes parceiros para o desenvolvimento do sistema operativo.



Nesta versão 7 passa a ser possível desenvolver versões costumizadas do sistema operativo e disponibilizá-las, uma possibilidade que a Red Hat acredita se poderá tornar popular para equipamentos que não necessitem de todas as componentes de um sistema operativo para assegurar as funções desempenhadas.



"Se quiser um sistema operativo que não seja mais do que uma base de dados, então pode não ter suporte para o Firefox ou para jogos", exemplifica Greg Dekoenigsberg, responsável pela comunidade de desenvolvimento da Red Hat.



O mesmo responsável acrescenta que a versão 7 do Fedora pretende afirmar-se como "um repositório de pacotes" que deixam de estar separados entre acessíveis à comunidade e acessíveis apenas à Red Hat. Deixa de existir a distinção entre pacotes core e extras.



O projecto Fedora nasceu em 2003 (com essa designação) e tem-se mantido próximo das versões comerciais de software Red Hat, embora com um forte componente de experimentação de novas ideias que muitas vezes têm acabado por ser posteriormente introduzidas no Red Hat Enterprise Linux.



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