A Samsung anunciou hoje o lançamento do Galaxy Note para o mercado português, onde começa a ser comercializado esta sexta-feira, 11 de novembro. O dispositivo, que se encontra a meio caminho entre um smartphone e um tablet, será vendido tanto livre de operador como pela Optimus, TMN e Vodafone.

O equipamento, com o qual a Samsung afirma inaugurar uma nova classe de dispositivos móveis, capaz de reunir a portabilidade de um smartphone e o leque mais alargado de funcionalidades e soluções de um tablet, conta com um processador de 1,4 GHz e um ecrã Super AMOLED de 5,3 polegadas - o maior do género no mercado.

Para além do ecrã tátil capacitivo, apoia-se numa caneta para permitir uma série de interações menos usuais - e para as quais aconselhamos vivamente a consulta de um manual de instruções, sob pena de estar a deixar potencialidades por explorar.

[caption]Galaxy Note[/caption]

Sem querer avaliar se estas virão, de facto, a ser úteis na prática, é imperativo reconhecer que a demonstração a que assistimos foi de alguma forma impressionante. O Galaxy Note foi pensado para colmatar lacunas e limitações dos smartphones, que não decorrem só do tamanho do ecrã mas das próprias funcionalidades do software.

Assim, traz uma série aplicações que tiram partido da caneta (a S-Pen), entre as quais se contam um calendário de dimensões alargadas cujo funcionamento se assemelha muito a uma agenda em papel (o S Planner) e uma aplicação multimédia (o S Memo) que permite gravar todas as formas de conteúdos criados pelo utilizador - texto escrito, notas, imagens, gravações de voz e desenhos manuscritos.

A caneta tem ainda a particularidade de ser capaz de desencadear interações com quase todas as funcionalidades em utilização no telefone. Imagine que está a ver uma página Web, pode pegar na caneta e selecionar um elemento, recortá-lo, acrescentar-lhe notas, bonecos ou uma localização geográfica. Posto isto, poderá ser guardado, enviado por email ou partilhado nas redes sociais, por exemplo.

O Galaxy Note, cuja apresentação internacional aconteceu em setembro, na IFA, chega agora às lojas portuguesas (na versão com 16 GB de memória interna) com um preço que não será para todos os bolsos: 699 euros no mercado livre e 599 euros associado a um operador. Embora consciente de que este "não é um produto de massas", a fabricante afirma que, os testes do conceito mostraram que o público-alvo para este dispositivo existe e "é valioso".

Algumas das potencialidades da nova coqueluche - que, a propósito, também faz chamadas - são demonstradas num vídeo da companhia, que reproduzimos abaixo.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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