O Greenpeace emitiu um relatório onde denuncia que diversas empresas relacionadas com o comércio de madeira estão a ultrapassar os limites impostos para o corte de árvores na Amazónia.

Isto porque, segundo a ONG, os sistemas informáticos de controlo de limites ao corte foi manipulado por hackers, que emitiram informações falsas que aumentavam o delineamento do terreno aprovado.

Esta fraude levou ao corte de um volume aproximado de 1,7 milhões de metros cúbicos de madeira de forma ilegal, o equivalente a mais de dois milhões de reais - 632 027 euros.

A denúncia é feita com base nos relatórios publicados pelo fiscal federal Daniel Avelino, que associa 107 empresas ligadas à manipulação dos sistemas de controlo.

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