O supercomputador Sequoia, criado pela IBM, acaba de sagrar-se o mais rápido do mundo, destronando o Computador K, da Fujitsu, e reconquistando para os Estados Unidos o título que haviam perdido para a China há dois anos.

O "feito" resulta de dois anos de trabalho, disse à BBC fonte da fabricante, que criou um modelo 1,55 vezes mais rápido que o antigo detentor do título. O equipamento reúne mais de 1,5 milhões de processadores - mais do dobro do computador da Fujitsu.

A máquina, localizada nas instalações do Departamento de Energia dos EUA na Califórnia, será usada para levar a cabo simulações que ajudam a aumentar o ciclo de vida das armas nucleares, diminuindo a necessidade de serem feitos testes reais em ambientes subterrâneos, relata a imprensa internacional.

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A título de exemplo das capacidades do computador, foi referido que para desempenhar o trabalho levado pelo Sequoia numa hora, seriam necessárias 6,7 mil milhões de pessoas com calculadoras manuais, a fazerem cálculos durante 320 anos, sem parar.

A nova coqueluche da IBM devolve aos Estados Unidos o lugar cimeiro na tabela dos supercomputadores, mas não lhes assegura um cenário totalmente favorável nesta "competição" por posições no Top 10. Se há seis meses o país tinha cinco máquinas no ranking, atualmente conta apenas com três.

A China e a Alemanha contam cada uma com dois computadores no Top, enquanto os restantes três lugares são ocupados por máquinas da França, Itália e Japão, detalha a BBC. Cinco dos computadores no Top foram criados pela IBM.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Joana M. Fernandes

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