A última edição dos Jogos Olímpicos de Inverno tem sido profícua em cenários onde a tecnologia se casa com a dimensão física do desporto e da logística requerida à organização deste evento. Em PyeongChang, por esta altura, há robots a guiar turistas perdidos no aeroporto, a limpar piscinas, a limpar pavimentos e a servir bebidas nas zonas de lazer. No entanto, esta segunda-feira, foi dia de esquiar.

Na Coreia do Sul os robots também têm direito a carregar a tocha dos Olímpicos de Inverno
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De acordo com o jornal Korea JoongAng Daily, o Korea Advanced Institute of Science and Technology levou vários robots a uma competição privada, na Aldeia Olímpica, onde vários modelos pegaram num par de skis para completar um trajeto com o maior número de pontos possível. O The Guardian escreve que os robots tinham de corresponder a um número de critérios para serem considerados elegíveis para a corrida: a altura mínima era de 51 centímetros; o robot tinha de se conseguir equilibrar em duas pernas, ter joelhos e cotovelos fletíveis e ser capaz de se locomover com a ajuda de skis e bastões, tal como um atleta humano.

"Os sensores ajudam os robots a detetar a posição das bandeiras do percurso", escreve a publicação. "Os pontos foram atribuídos com base no número de bandeiras evitadas durante a descida, e no tempo que cada robot demorou a concluir a corrida. Mas nem todos conseguiram".

A equipa vencedora saiu de PyeongChang com 10 mil dólares.

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