
Desde junho de 2018 que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer criar uma “força espacial”, como sendo o sexto ramo das Forças Armadas americanas. A ordem foi dada ao Pentágono para iniciar o processo necessário para a criação da Space Force, com o objetivo de defender o território americano, sobre o pretexto “uma simples presença no espaço não é suficiente, temos de dominar o espaço”, referiu Trump. O certo é que o orçamento necessário para a criação da força militar tinha de passar pelo congresso…
O financiamento dos 13 mil milhões pedidos orçamentados inicialmente foram depois reduzidos para 100 milhões de dólares, diminuindo despesas ao encaixar a Space Force na própria Força Aérea, poupando-se nas infraestruturas.
Quase um ano depois, o documento National Defense Authorization Act para o orçamento militar do ano fiscal de 2020 avançou com 738 mil milhões de dólares no total, listando um total de 72,4 milhões para criar um quartel-general para Space Force.
Ainda que tenha o orçamento inferior ao previsto anteriormente, espera-se a criação de uma força autónoma, intitulada de United States Space Force (USSF), mas ligada à Força Aérea, semelhante à relação entre os Marines à Marinha. A principal função desta sexta ramificação do exército, a primeira em 60 anos, é providenciar maior liberdade de operações no espaço. Está a ser criada a estrutura militar, não havendo informações sobre quantos elementos migram da Força Aérea para a nova Space Force.
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