O Governo britânico continua a gastar milhões em software proprietário, apesar de no início do ano se ter comprometido a investir em soluções open source e a incentivar uma série de standards abertos.

A situação é comentada pela imprensa local, com base num pedido de informação feito pela BBC, que mostra que a maioria das agências governamentais continuam a gastar grande parte dos seus orçamentos de TI em software proprietário de empresas como a Microsoft ou a Oracle, em vez de procurarem alternativas.

Acedendo ao documento pode ver-se, por exemplo, que o Ministério do Interior ou o da Defesa pouco uso fazem de soluções open source, uma situação que acaba por refletir-se nos restantes ministérios.

Responsáveis de empresas ligadas ao open source contactados pela BBC consideram que o problema é essencialmente cultural. “Sabem negociar com as grandes empresas como a Microsoft e mantêm acordos com as mesmas, mas não sabem por onde começar com o open source”, refere Stuart Mackintosh da OpusVL.

Já James Peel, da Opsview, defende que há um estigma em redor do open source, que não se justifica. “Na realidade é apenas software: algum dele bom, outro mau. O problema está em achar que o melhor software é o software mais caro. E como resultado acabam por gastar dinheiro em tecnologia proprietária dispendiosa”.





Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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