Depois do anúncio de que a Nintendo iria lançar no mercado a versão Lite da Switch, e que a agora chamada Switch Matriz seria alvo de uma pequena revisão em breve, sabe-se agora que a maior autonomia prevista não passará pela introdução de baterias com maior capacidade, como se julgava inicialmente. Pelo contrário, a bateria da Lite sofreu um corte, apresentando-se com 13,6 Wh, quando comparada com a versão normal de 16 Wh.

Tendo em conta que a versão melhorada da consola vai manter a mesma capacidade de bateria (16 Wh), e a versão Lite foi reduzida, como é que a Nintendo prometeu maior autonomia para ambas consolas? Segundo documentos com fotografias dos componentes submetidos ao FCC, que a The Verge teve acesso, a performance passa pela maior eficiência de utilização do processador.

Ao oferecer um ecrã mais pequeno, a Switch Lite requer menos energia para trabalhar. Além disso, a impossibilidade de retirar os joy-cons da consola portátil significa que não é necessário mantê-los carregados, quando se voltam a encaixar. Na arquitetura dos novos modelos revistos, a Nintendo introduziu um chip revisto, energeticamente mais eficiente.

tek switch

As fotografias mostram ainda uma revisão nas boards da consola, e segundo foi observado pela publicação, a Nintendo deu nomes da mitologia nórdica às placas. Assim, a board da Switch original chama-se ODIN, sendo a da versão Lite VALI, que na mitologia é seu filho. No entanto, a versão atualizada da Switch, a mesma board recebeu o nome de MODIN, alegando a uma versão modificada da ODIN. Nesse sentido, há espaço para especular que uma eventual versão “poderosa” da Switch, venha a ter uma board batizada de THOR…

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