A avaliação das tendências de evolução do mercado dos portáteis levou a Toshiba a criar um novo ultraportátil com maior performance e funcionalidades multimédia mas mantendo o compromisso de peso e dimensão aceitáveis para quem valoriza a mobilidade. O Satellite U200 chega às lojas em Junho a um preço abaixo dos 1.800 euros e a expectativa da empresa é que possam representar, até Abril do próximo ano, cinco por cento de todas as unidades vendidas pela Toshiba em Portugal.

“O nosso objectivo com o Satellite U200 é massificar a portabilidade”, explicou Jorge Borges, Product and Marketing Manager da Toshiba Portugal, em conferência de imprensa. O conceito de portabilidade estava até agora limitado a franjas de mercado dispostas a pagar preços mais elevados e a usar máquinas cujo desempenho multimédia estava comprometido, dispensando muitas vezes o som e a utilização de drives de leitura e gravação de CD e DVD.

O Satellite U200 vem ocupar um novo espaço na oferta da Toshiba, abrindo a porta a um novo mercado de utilizadores que querem conjugar o melhor de dois mundos. O equipamento tem um processador Intel com tecnologia Centrino Duo Mobile, com uma velocidade de processamento de 1,83 GHz, 1 GByte de memória RAM, e leitor de DVD. O ecrã é de 12 polegadas com tecnologia TruBrite.

O responsável de marketing e produto da Toshiba garante ter expectativas muito positivas de vendas para estes equipamentos, defendendo que existe uma grande apetência no mercado por este conceito e um grande potencial. Em termos de números a projecção indica que os novos ultraportáteis possam chegar a 5 por cento do total de máquinas vendidas pela empresa em Portugal, sendo que actualmente este segmento representa 2 a 3 por cento das vendas da empresa.

Para sustentar a percepção da tendência de mercado Jorge Borges apresentou dois estudos, um da GFK sobre as aquisições de computadores portáteis consoante a dimensão dos ecrãs e um outro da Metris sobre o local de utilização e a finalidade.

O estudo da GFK, o Panel Mobile Market relativo a Março deste ano, que mostra que o segmento dos ecrãs de 15 polegadas foi o que cresceu mais nos últimos 12 meses mas identifica igualmente uma tendência de crescimento nos ecrãs de menor dimensão, onde se regista agora uma subida da procura.

Relativamente ao local e finalidade de uso de um computador portátil, um estudo encomendado pela Toshiba à Metris permite verificar que a grande maioria dos utilizadores de computadores portáteis (90%) utiliza o equipamento em casa, sendo que 65 por cento afirma que usa o notebook por motivos profissionais e pessoais, enquanto 25 por cento refere fazê-lo apenas por motivos pessoais e os restantes 10 por cento somente por motivos profissionais.

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