Visitar uma página de Internet, um qualquer site, pode parecer uma ação básica e inofensiva. Mas a verdade é que os utilizadores estão a entregar um conjunto de informações que são valiosas. Basta por exemplo pensar nos casos em que vai à Amazon procurar por um smartphone e depois surgem anúncios desse mesmo telemóvel em todos os sites por onde passa.



E este é apenas um registo comercial. Outros sites retêm outras informações como o computador a partir do qual o internauta está a fazer a visita, qual o navegador e qual a versão do sistema operativo.



Uma forma de diminuir esta exposição é utilizando os modos de navegação privados que existem nos principais navegadores de Internet. Mas a Google pode agora ir um passo mais à frente, depois de ter conseguido uma patente que sabe quando o utilizador quer ou pode precisar do modo privado.



A propriedade intelectual foi atribuída à Google esta semana pela autoridade que regula as patentes nos EUA, a USPTO, mas o pedido tinha sido feito originalmente em 2011, como explica o The Next Web.



Caso a tecnologia venha a ser implementada no Google Chrome, o mesmo iniciará o modo de navegação privado sempre que o utilizador entre no site do banco para fazer transações bancárias. Ou então qualquer outro site que faça o pedido de informações sensíveis do utilizador.



Sabendo que a Google é uma das empresas com as mais potentes ferramentas de analítica, é de esperar que esta funcionalidade venha a aprender com os hábitos dos utilizadores para ficar mais autónoma – por exemplo, iniciar o modo de navegação privada quando consulta as redes sociais online.



A informação da patente explica que a tecnologia tanto pode ser aplicada a browsers na sua versão desktop como na mobile.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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