
A Alibaba é uma das maiores empresas de e-commerce do mundo inteiro, mas pode estar prestes a ampliar a sua pegada comercial muito em breve. Para os próximos meses, a estratégia passa por abrir o programa de vendedores do AliExpress a entidades provenientes de um conjunto selecto de países que não a China. Até à data, apenas empresas chinesas estavam autorizadas a vender produtos no site.
De acordo com o Financial Times, a plataforma vai agora permitir que empresas italianas, russas, espanholas e turcas possam utilizar o site na qualidade de comerciantes. Note que o AliExpress está disponível em mais de 150 países.
O site é internacionalmente conhecido por vender produtos muito baratos e produtos contrafeitos. Em 2018, o site registou uma subida de 94% nas vendas.
"Este é o primeiro ano da nossa estratégia 'de local a global'", explicou Trudy Dai, presidente do AliExpress. "É uma estratégia que está intimamente ligada com as nossas intenções de globalizar o negócio da Alibaba". Depois desta primeira expansão, a ideia passa por levar o programa de vendedores do AliExpress a ainda mais países.
Apesar de grande, a Alibaba tem espaço para crescer. É claro que a empresa tem intenções de conquistar quota à Amazon, que é neste momento a maior retalhista online do mundo. Na China, a empresa asiática tem a liderança consolidada.
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