A Amnistia Internacional considera que empresas como a Microsoft, a Google ou a Yahoo têm desempenhado um papel activo na propagação do "vírus da repressão na Internet".



A organização não governamental dedicou uma conferência ao tema da repressão na Internet e mostra-se preocupada com o assunto que deixou de ser um problema de um punhado de países para se afirmar como uma realidade para dezenas de governos.



Neste cenário as grandes multinacionais têm assumido um papel importante pactuando com os governos no controlo excessivo das actividades online sob pretexto de estarem a cumprir as leias locais.



A manter-se esta linha de evolução a AI acredita que a Internet pode transformar-se de forma irreconhecível, pelo que são urgentes medidas que travem as iniciativas de repressão.



"O modelo chinês de uma Internet que permite crescimento económico mas não permite liberdade de expressão e privacidade está a aumentar a popularidade, passando de uma mão cheia de países para dezenas de governos que bloqueiam sites e prendem bloggers", sublinha Tim Hancock, director da campanha da AI sobre a repressão na Internet.



No seu último relatório a Amnistia Internacional aponta 25 países repressores onde se incluem nomes como o Azerbeijão, o Bahrain, Etiópia, Índia, Irão, Marrocos ou Arábia Saudita.



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