Estimular o estabelecimento de comunidades de prática internas à organização é a primeira de um conjunto de cinco recomendações deixadas pela APDSI às empresas nacionais, num documento que visa contribuir para o crescimento do número deste tipo de grupos de partilha de experiências e conhecimentos.

No estudo "Comunidades de Prática no Espaço Digital", coordenado por João Álvaro Carvalho, deixam-se um total de 22 recomendações, destinadas a indivíduos e instituições, nomeadamente, associações empresariais e profissionais, instituições do ensino superior e organismos públicos, além das empresas.

A estas, a APDSI sugere ainda que estimulem os seus colaboradores a participarem nestes grupos de interacção no âmbito das respectivas associações profissionais, tanto a nível nacional, como internacional.

Recomenda-se igualmente à promoção de acções de sensibilização e de formação relacionadas com as comunidades de prática e com as respectivas plataformas informáticas de suporte.

O grupo de trabalho da APDSI considera que apesar dos seus benefícios e das facilidades hoje em dia existentes para a usa criação e dinamização, as comunidades de prática são ainda relativamente pouco exploradas em Portugal.

"Espera-se que o crescimento do número de comunidades de prática tenha como consequência um aumento do desempenho das organizações, da competitividade das empresas portuguesas no mercado global e ainda um aumento da participação dos indivíduos em assuntos em que a sociedade civil tem capacidade de intervenção e influência", referiu João Álvaro Carvalho, durante a apresentação pública do estudo.

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