O governo chinês vai continuar a censurar a consulta da Internet ao longo dos Jogos Olímpicos, impedindo que o Comité Olímpico Internacional cumpra a sua promessa de livre acesso à rede para jornalistas acreditados para o evento desportivo.
Os primeiros jornalistas, que já trabalham no centro de imprensa olímpico, não têm acesso a algumas páginas consideradas "sensíveis", relacionadas com temas como Falun Gong, Amnistía Internacional, Tibete, BBC ou com o massacre de Tiananmen, que o governo chinês mantém bloqueadas há anos.
O presidente da comissão responsável pela imprensa, Kevan Gosper, mostrou o seu desapontamento pela censura vigente e desculpou-se perante os meios de comunicação internacionais já presentes em Pequim pelos "mal entendidos criados nos últimos sete anos".
Em declarações ao South China Morning Post, o responsável lamenta que os jornalistas tenham sido "induzidos em erro" mas que havia sido acordado com o Comité Olímpico um "acesso livre, completo e aberto". Em troca seriam bloqueadas apenas algumas páginas sensíveis aos olhos do regime chinês. Tal não se verifica, o que tem impedido a difusão da informação referente aos jogos.
Notícias Relacionadas:
2008-04-01 - China pressionada para garantir acesso livre à Internet nos Jogos Olímpicos
2008-03-17 - Conteúdos online relativos aos conflitos no Tibete bloqueados pelos chineses
Em destaque
-
Multimédia
Xiaomi termina 2025 com marco histórico de mais de 400.000 carros entregues -
App do dia
OmniTools: Uma caixa de ferramentas digitais sempre à mão -
Site do dia
EmuOS: A máquina do tempo que transforma o seu browser no Windows antigo (do 3.1 ao ME) -
How to TEK
Copilot Vision funciona como um segundo par de "olhos" enquanto navega online. Saiba como usar no Edge
Comentários