A investigação, levada a cabo por  Emma Russell da Universidade de Kingston, em Londres, tinha como objetivo identificar estratégias para uma melhor gestão e uso dos emails de trabalho, percebendo quais têm repercussões positivas e negativas para a produtividade e o bem-estar.

O processo de pesquisa foi dividido em duas fases: a primeira implicou a análise de 42 trabalhos académicos sobre o tema e, na seguinte, foram entrevistadas 12 profissionais para validar e ilustrar informações que tenham surgido na primeira fase.

A investigadora conseguiu, assim, desmistificar três lugares-comuns sobre o uso de emails:

  • o email impede-nos de promover relacionamentos de trabalho de alta qualidade. A realidade é que o email apenas reflete e potencialmente acentua as culturas de confiança existentes.
  • devemos limitar a verificação dos emails a apenas algumas vezes por dia. Na verdade, precisamos verificar e tratar do email regularmente para definir prioridades e controlar o nosso trabalho.
  • o email é um desperdício de tempo que distrai do verdadeiro trabalho. Apenas uma pequena proporção de emails enviados e recebidos no trabalho não estão relacionados com este.

Para além disso, o estudo também permitiu a compilação de dicas, quer para trabalhadores, quer para as organizações, que podem ajudar a melhorar significativamente a forma como os emails de trabalho são geridos e, consequentemente, a produtividade e o bem-estar no trabalho.

Descubra quais são essas sugestões na nossa galeria.

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