AOL, Apple, Facebook, Google, LinkedIn, Microsoft, Twitter e Yahoo são as empresas que assinam o pedido detalhado numa carta aberta com site próprio na Internet. As organizações defendem que está na hora dos Governos a nível mundial reverem as suas regras de vigilância e a forma como observam os seus cidadãos.



Na carta admite-se que as medidas de vigilância são indispensáveis na proteção dos cidadãos e monitorização de possíveis ameaças, mas sublinha-se a necessidade de avançar com reformas que permitam proteger outros direitos dos cidadãos, como a privacidade, e que sejam transparentes.



Nesta carta aberta são cinco os pedidos que as tecnológicas fazem aos Governos, começando pelo Governo norte-americano e pela NSA, a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, que com as divulgações de Edward Snowden nos últimos meses tem estado no centro de todas as polémicas.



As empresas pedem que a autoridade dos governos para recolher informação sobre os seus cidadãos seja limitada; que esse tipo de atividade esteja sujeito a regras claras e bem definidas; e que sejam facilmente auditáveis.



O mesmo manifesto pede aos governo que não limitem a possibilidade de aceder ou guardar a informação em qualquer lugar, considerando que no século XXI não faz sentido limitar fluxos de dados à jurisdição de um país, ou obrigar as empresas a terem uma operação local em todos os países onde operam. O quinto e último ponto da carta pede a criação de uma framework que harmonize os critérios na base dos pedidos de informação feitos pelos serviços de informação dos Estados.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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