A Google admite que outras lojas online possam vir a comercializar cópias de livros disponibilizados no seu Google Books, no âmbito do acordo que permitirá à empresa publicar online livros que ainda estejam protegidos por direitos de autor, mas que já não estejam disponíveis para venda nas prateleiras das livrarias.

A estes revendedores caberia a maior parte dos 37 por cento de receita que a Google acordou com as entidades representantes de direitos de autor com quem estabeleceu o acordo, caso este possa de facto entrar em vigor.

Amazon.com, Microsoft, Barnes & Noble podem desta forma, se quiserem, participar no projecto, garante David C. Drummond, responsável da empresa para os assuntos legais.

Depois de muitas queixas, o acordo está em análise pelas autoridades norte-americanas que a 7 de Outubro vão dar um veredicto sobre a legalidade ou não deste.

Quem está contra garante que o acordo abre margem para um monopólio da empresa de Internet na venda deste espólio de grande relevância no mundo literário.

A notícia da intenção da Google foi conhecida durante uma audição ao caso pelo Comité Judiciário do Congresso, numa altura em que surgem também informações de um parecer do Gabinete Americano de Copyright entregue ao mesmo comité, onde se chama a atenção para a infracção de leis federais com o acordo.

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