O Centro de Estratégias e Estudos Internacionais concluiu que por ano o cibercrime vai gerar prejuízos que equivalem a um quinto da riqueza produzida na economia digital. Os maiores prejuízos têm origem nos ataques feitos a empresas, que condicionam a sua performance, e que têm impacto na economia global dos países.



De acordo com a mesma investigação, patrocinada pela McAfee, cerca de 150 mil postos de trabalho são postos em causa na União Europeia por causa do valor dos prejuízos causados pelos piratas informáticos.



A questão da ciberespionagem é também uma dor de cabeça para as empresas, isto porque são roubadas ou reveladas antes do tempo propriedades intelectuais que podiam dar vantagem relativamente a outras empresas – e de países diferentes. No fim tudo condiciona a competitividade e o índice de inovação, concluiu o estudo, citado pela Computer Weekly.



Estima-se que durante 2013 os dados de cerca de 800 milhões de contas de utilizador ficaram de certa forma comprometidos durante ataques a várias empresas e organizações.



Em 2013 e de acordo com números da Symantec, o cibercrime causara prejuízos de 83 mil milhões de euros, com os EUA a encabeçarem o grupo de países mais prejudicados.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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