Vinte e oito entidades representativas de 14 países europeus participam num projeto que ao longo dos próximos 30 meses pretende contribuir para tornar mais fácil o combate ao fenómeno das botnets.



Com um orçamento de 16 milhões de euros, dos quais 7,7 milhões são financiados pela UE, o projeto arrancou ontem e a representação portuguesa é garantida pela Fundação para a Computação Cientifica Nacional, entidade que está em processo de integração na Fundação para a Ciência e Tecnologia.



As entidades envolvidas no piloto deste Advanced Cyber Defence Center vão disponibilizar um conjunto de serviços que contribuam para prevenir e reconhecer malware, naquela que é a primeira iniciativa da estratégia europeia para a cibersegurança.



A estrutura vai trocar informação entre participantes e ajudar empresas e entidades visadas por problemas de segurança a reagir. Está previsto que as PME recebam diretamente ajuda se os seus sites forem atingidos por malware e que os centros de apoio nacionais e um site central disponibilizem ferramentas para a remoção de malware.



De acordo com dados citados pelo consórcio, um em cada cinco computadores é usado ao serviço de botnets, redes de computadores comandadas por cibercriminosos para lançar ataques informáticos ou distribuir spam.



As máquinas requisitadas para integrar estas redes ficam nessa condição depois de atacadas por malware que explora falhas que abrem acesso ao controlo remoto dos equipamentos vulneráveis.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Cristina A. Ferreira

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