De acordo com a Associated Press, a luta contra o Estado Islâmico na internet está a produzir resultados bastante animadores. Segundo oficiais do governo norte-americano, o tráfego gerado por perfis ligados ao Daesh diminuiu cerca de 45% nos últimos dois anos reduzindo, consequentemente, a sua capacidade de recrutamento naquela que tem sido uma das maiores plataformas de contacto da organização extremista.

"Estamos a negar ao ISIS a possibilidade de operar online livremente e estamos a ver a sua presença nas redes sociais a diminuir," disse Michael Lumpkin, diretor da agência governamental, Global Engagement Center, à Associated Press.

Neste combate, a agência tem desempenhado um papel fundamental. Criada em março passado, a GEC tem-se dedicado a seguir mensagens suspeitas, a desligar contas e a disseminar mensagens de consciencialização anti-terrorista nos círculos mais permeáveis ao contacto extremista. Um exercício que, de acordo com responsáveis do gabinete, tem feito "levantar vozes" concordantes à sua missão nas redes sociais.

Apesar do recente sucesso, vários responsáveis admitiram que foram cometidos erros quando esta luta começou a ser travada online como a produção de mensagens em inglês em vez de árabe.

Atualmente, o rácio entre conteúdos anti-ISIS e pro-ISIS já é de seis para um e a média de seguidores das páginas terroristas desceu de 1.500 para 300.

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